Cansei de fazer resenhas de álbuns e críticas de músicas, a partir de hoje termino com as atividades deste blog. A partir da semana que vem irei começar um blog novo, "O Criticador", a idéia do blog é uma espécie de diário, onde irei criticar tudo, desde as manias das pessoas na rua até o formato de um bolo.
Pra quem for ler, até semana que vem.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Playing For Change [2]
Esqueci de postar algumas coisas importantes.
O site oficial: http://playingforchange.com/
E falar sobre seu CD lançado em meados de 2009 se não me engano, Playing For Change: Songs Around The World, álbum perfeito, simplesmente isso.
O site oficial: http://playingforchange.com/
E falar sobre seu CD lançado em meados de 2009 se não me engano, Playing For Change: Songs Around The World, álbum perfeito, simplesmente isso.
Playing For Change
Playing for Change é um projeto iniciado em 2004 pelo produtor Mark Johnson que tem como intuito a união de músicos de todos os cantos do mundo afim de inspirar, conectar e trazer paz ao mundo através da música.
Este projeto não para por ai, Mark Johnson também criou uma Organização Não Governamental (ONG), Playing for Change Foundation, que cria escolas de música ao redor do mundo. Levando esperança a muitas pessoas que se consideram esquecidas através da música. Atualmente, esta fundação possui 10 escolas espalhadas por países como Gana e Nepal.
Já foram gravadas em torno de 10 músicas, dentre elas, Stand by Me e One Love que fizeram muito sucesso na internet (youtube). Seguem os videos:
A iniciativa deste projeto é uma das mais bonitas que já vi, o mundo precisa da música, só ela atravessa gerações e leva as mesmas mensagens de paz e amor para todas as religiões e culturas.
"inspire, connect, and bring peace to the world through music"
Fonte: Wikipédia e Youtube
Este projeto não para por ai, Mark Johnson também criou uma Organização Não Governamental (ONG), Playing for Change Foundation, que cria escolas de música ao redor do mundo. Levando esperança a muitas pessoas que se consideram esquecidas através da música. Atualmente, esta fundação possui 10 escolas espalhadas por países como Gana e Nepal.
Já foram gravadas em torno de 10 músicas, dentre elas, Stand by Me e One Love que fizeram muito sucesso na internet (youtube). Seguem os videos:
A iniciativa deste projeto é uma das mais bonitas que já vi, o mundo precisa da música, só ela atravessa gerações e leva as mesmas mensagens de paz e amor para todas as religiões e culturas.
"inspire, connect, and bring peace to the world through music"
Fonte: Wikipédia e Youtube
Postagens
Estou atrasado nas postagens devido a agenda corrida, assim que voltar a ter tempo (acho que amanhã, quinta feira).
O próximo álbum será um pedido de uma amiga, Lana: Kaleidoscope - Siouxsie And the Banshees
O próximo álbum será um pedido de uma amiga, Lana: Kaleidoscope - Siouxsie And the Banshees
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Alter Bridge - AB III
Antes de começar mais uma resenha, gostaria de dizer que não conheço esta banda, logo, se cometer algum pecado, por favor, me desculpem (em especial tu Grazi -q).
Bem, este álbum começa com Slip To The Void, seu inicio é bem chato, um riff estranho de guitarra com um vocal no melhor do estilo finjo estar morrendo. Porém a música cresce e fica mais agitada, me lembrando muito uma música do Scars on Broadway. A guitarra não foi bem feita, riffs estranhos e duvidosos durante toda a música.
Isolation já difere um pouco da música anterior, ela começa com uma pegada mais pesada mas ainda me lembra Scars on Broadway. A guitarra está melhor, porém, ainda possui muitas partes desnecessárias que poderiam ser cortadas facilmente. O baixo não dá sinal de vida ainda. Mas em geral uma música interessante, quem gosta de SOB ou SOD deveria ouvir.
Ghost of Days Gone By, uma interessante poluição sonora no inicio (velho, dê uma ouvida), o vocal começa muito parecido com Creed, porém depois volta ao "normal". Primeira vez que ouvi o baixo nesta banda, e pasmem, reto e simples, horrível. Essa música é mais calma do que as anteriores, lembrando muito uma música do Creed (se estiver errado favor avisar, ouvi duas ou três músicas desta banda). Solo muito bom, gostei.
Bem, este álbum começa com Slip To The Void, seu inicio é bem chato, um riff estranho de guitarra com um vocal no melhor do estilo finjo estar morrendo. Porém a música cresce e fica mais agitada, me lembrando muito uma música do Scars on Broadway. A guitarra não foi bem feita, riffs estranhos e duvidosos durante toda a música.
Isolation já difere um pouco da música anterior, ela começa com uma pegada mais pesada mas ainda me lembra Scars on Broadway. A guitarra está melhor, porém, ainda possui muitas partes desnecessárias que poderiam ser cortadas facilmente. O baixo não dá sinal de vida ainda. Mas em geral uma música interessante, quem gosta de SOB ou SOD deveria ouvir.
Ghost of Days Gone By, uma interessante poluição sonora no inicio (velho, dê uma ouvida), o vocal começa muito parecido com Creed, porém depois volta ao "normal". Primeira vez que ouvi o baixo nesta banda, e pasmem, reto e simples, horrível. Essa música é mais calma do que as anteriores, lembrando muito uma música do Creed (se estiver errado favor avisar, ouvi duas ou três músicas desta banda). Solo muito bom, gostei.
A próxima música, All Hope is Gone, poderia ser uma música medieval facilmente, só mudar um pouco a guitarra. Interessante. A bateria fica meio perdida nesta música, muito parecida com as baterias do Blink 182. Baixo volta a sua inexistência. O vocalista fez um bom trabalho junto com seu back vocal, até começar um gemido duvidoso com uma guitarra esquisita. O solo novamente bom, mas o acompanhamento não segue a mesma linha.
Still Remains, segue o mesmo embalo do restante do álbum, uma música mais pesada e bem feita, desta vez com um baixo mais pegado, uma bateria interessante e guitarra bem feita. O vocalista segue o estilo de SoB, mas, que fique claro, não é ruim. Boa música. Até aumentei o volume no decorrer da música.
Make It Right, outra música do mesmo nível de Still Remains, boa música, porém houve uma regressão no baixo, voltou a ser a mesma nulidade de antes. O dedilhado inicial, muito bom, sem contar o solo que, desta vez, foi na medida.
Wonderful Life, desde o inicio mostra que Alter Bridge não perdeu seu elemento Creed. Uma música melosa com umas partes um pouco mais agressivas, pessoalmente, achei esta música desnecessária ao andamento do álbum.
I Know It Hurts, começa com um riff bom de guitarra, pesado e bem feito, porém, com a entrada do vocal, desanda um pouco. A bateria, dizer o que, continua igual a das outras músicas... Música fraca ao meu ver.
A música seguinte, Show me a Sign, não se destacou aos meus ouvidos, tem um dedilhado estranhamente duvidoso que poderia ser refeito, a bateria, segue igual a de I Know It Hurts. Porém mais pro final da música, há uma melhora significativa na musicalidade o que a torna uma boa música.
Fallout, um riff interessante no inicio quebrado pela entrada de um vocal estranho para a música. O restante da música não há nada novo, a mesma bateria, baixo nulo e guitarra regular.
Breathe Again (não sei se o nome está certo, mas no álbum que baixei está assim), boa música, nada de novo, segue a mesma linha das outras músicas.
Coeur D'Alene, começa com um dedilhado (?) muito bom, pra falar a verdade, o inicio da música é muito bom. Mas, só começar o canto que a música desanda, como já aconteceu em outras faixas deste mesmo álbum. Tirando o inicio da música, o restante continua na mesma linha das outras faixas deste mesmo álbum.
Life Must Go On, penúltima música do álbum, muito boa. Esta música parece retratar o verdadeiro estilo deles, mistura entre Creed e Scars on Broadway. Gostei.
Still Remains, segue o mesmo embalo do restante do álbum, uma música mais pesada e bem feita, desta vez com um baixo mais pegado, uma bateria interessante e guitarra bem feita. O vocalista segue o estilo de SoB, mas, que fique claro, não é ruim. Boa música. Até aumentei o volume no decorrer da música.
Make It Right, outra música do mesmo nível de Still Remains, boa música, porém houve uma regressão no baixo, voltou a ser a mesma nulidade de antes. O dedilhado inicial, muito bom, sem contar o solo que, desta vez, foi na medida.
Wonderful Life, desde o inicio mostra que Alter Bridge não perdeu seu elemento Creed. Uma música melosa com umas partes um pouco mais agressivas, pessoalmente, achei esta música desnecessária ao andamento do álbum.
I Know It Hurts, começa com um riff bom de guitarra, pesado e bem feito, porém, com a entrada do vocal, desanda um pouco. A bateria, dizer o que, continua igual a das outras músicas... Música fraca ao meu ver.
A música seguinte, Show me a Sign, não se destacou aos meus ouvidos, tem um dedilhado estranhamente duvidoso que poderia ser refeito, a bateria, segue igual a de I Know It Hurts. Porém mais pro final da música, há uma melhora significativa na musicalidade o que a torna uma boa música.
Fallout, um riff interessante no inicio quebrado pela entrada de um vocal estranho para a música. O restante da música não há nada novo, a mesma bateria, baixo nulo e guitarra regular.
Breathe Again (não sei se o nome está certo, mas no álbum que baixei está assim), boa música, nada de novo, segue a mesma linha das outras músicas.
Coeur D'Alene, começa com um dedilhado (?) muito bom, pra falar a verdade, o inicio da música é muito bom. Mas, só começar o canto que a música desanda, como já aconteceu em outras faixas deste mesmo álbum. Tirando o inicio da música, o restante continua na mesma linha das outras faixas deste mesmo álbum.
Life Must Go On, penúltima música do álbum, muito boa. Esta música parece retratar o verdadeiro estilo deles, mistura entre Creed e Scars on Broadway. Gostei.
Para fechar o álbum com chave de ouro, Words Darker Than Their Wings. Não consigo descrever o início da música, somente me vem a cabeça, "eu já ouvi isso", e realmente, é um dedilhado/riff igual aos das outras músicas. Há um certo crescimento ao longo da música, mas nada que se trajasse como inovador.
Para resumir, cansei para escrever esta resenha, afinal, as músicas são muito parecidas. A banda precisa de um baixista novo, o baterista precisa aprender uma batida diferente e os guitarristas poderiam começar a fazer novos dedilhados para o inicio das músicas ou simplesmente tirar esses. Mas em geral, não é um péssimo álbum, só normal.
Nota: 4,7
Próximo álbum: Faichecleres - A Calçada da Fama
Para resumir, cansei para escrever esta resenha, afinal, as músicas são muito parecidas. A banda precisa de um baixista novo, o baterista precisa aprender uma batida diferente e os guitarristas poderiam começar a fazer novos dedilhados para o inicio das músicas ou simplesmente tirar esses. Mas em geral, não é um péssimo álbum, só normal.
Nota: 4,7
Próximo álbum: Faichecleres - A Calçada da Fama
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Próximo álbum [2]
A pedidos de uma linda e carinhosa leitora, ai vai:
Próximo álbum: Alter Bridge - AB III
Próximo álbum: Alter Bridge - AB III
Brand New Eyes - Paramore
Começando mais uma postagem, Paramore não é uma banda que eu ouça no dia a dia, não gosto do estilo e nem da vocalista, mas de cara posso dizer, o ponto forte de todas as músicas é a bateria. Vamos dar inicio aos trabalhos desta manhã.
Careful, não tem muito o que dizer, é uma típica música do Paramore, ouvindo ela me lembro de Decode e Mystery Business. O baixo beira a nulidade desta música, ele fica em 4º plano da música, horrível. A bateria como já disse, perfeita e a guitarra muito básica.
Ignorance começa com um bom riff de guitarra com um efeito interessante, alias, a guitarra nessa música é boa. A bateria segue no mesmo nível assim como o baixo, simples, reto e nulo. A vocalista, posso ser castrado por dizer isso, mas não gostei, a guitarra e a batera estão implorando por um vocal mais gritado e ela continua cantando do mesmo jeito dela. O solo desta música chega a ser ridículo, se é que posso chamar de solo um riff oitavado.
Playing Gog, nunca tinha ouvido falar desta música. É mais calma comparando com as duas anteriores, me lembra muito Weezer. Os riffs do violão/guitarra são bons, porém as passagens 'agitadas' para as 'calmas' deveriam ser melhores trabalhadas. O solo encaixa bem com a música, mas, novamente, não me agradou.
Brick by Boring Brick, acho que foi o maior sucesso deste álbum, junto com Decode (música do crepúsculo) e talvez Ignorance. Well, a música começa com uma pegada interessante de Blink 182, e com o inicio do canto finalmente ouvi o baixo. Se prestarem atenção, quando a guitarra volta a aparecer, ela faz uns sons estranhos meio The Clash, não gostei, não encaixou. A bateria continuou bem, o baixo apareceu, a guitarra começa bem mas é somente regular ao longo da música e a vocalista faz uma espécie de 'café com leite', pessoalmente, acho que não se difere de qualquer outra música desta banda. O fim da música é engraçado com uns 'papaparapapapa' muito aleatórios e estilo 'estou morrendo'.Em geral, uma música que se toca na rádio, ok.
Seguindo a listagem, Turn It Up, começa me lembrando alguma cantora pop que eu não me lembro o nome. Não é uma música que chegará aos topos das mais pedidas, afinal é um pouco diferente das mais famosas como a anterior. Não gostei.
The Only Exception, a aleatoriedade toma conta do álbum, não tem nada a ver com o restante das músicas, porém o que permite que ela esteja neste álbum foi a música Turn It Up que também tem uma pegada leve e permite a passagem para essa música de violão e voz. É uma música calma, com um baixo legal fazendo uma escala que se encaixou muito bem ao violão. O refrão deixa a desejar, Yooou are, chega a ser engraçado ouvir. Outro problema foi que a bateria, tão bem falada anteriormente, nesta música está muito além do necessário, eu tiraria ela. Muito boa a música, típica música de rádio.
Feeling Sorry, Looking Up e Where the Lines Overlap, músicas de meio de álbum, são interessantes mas nada de mais, poucas pessoas ouvem essas músicas e dizem 'nossa, ela mudou minha vida' ou 'me ajudou em um momento difícil' porque, simplesmente, não são marcantes.
Misguided Ghosts, boa música, dois violões tocando um dedilhado muito bom, porém mostra uma coisa interessante, os guitarristas não são muito bons, da pra ouvir o barulho chato de corda arranhada estragando o clima calmo criado. A vocalista acertou nessa música, bom vocal.
All I Wanted é uma música de passagem, simples assim. Ela pega Misguided Ghost e permite que ela passe para a última música, Decode.
Por ultimo, mas não menos importante, Decode, a música do crepúsculo. O riff inicial é interessante, mas chato de ouvir. O baixo volta a estaca zero, impossível diferir o que é o baixo na música. A bateria está perfeita novamente, ótimo trabalho. Uma guitarra regular. A vocalista está bem, seu estilo de canto combinou com a música. O solo agora está melhor, mas ainda não mil e uma maravilhas. Tem um barulho de cobra por volta de 1:17 na versão que eu escuto, não sei se é em todas, mas que coisa RIDÍCULA, estragar a música, você está fazendo isso certo.
Careful, não tem muito o que dizer, é uma típica música do Paramore, ouvindo ela me lembro de Decode e Mystery Business. O baixo beira a nulidade desta música, ele fica em 4º plano da música, horrível. A bateria como já disse, perfeita e a guitarra muito básica.
Ignorance começa com um bom riff de guitarra com um efeito interessante, alias, a guitarra nessa música é boa. A bateria segue no mesmo nível assim como o baixo, simples, reto e nulo. A vocalista, posso ser castrado por dizer isso, mas não gostei, a guitarra e a batera estão implorando por um vocal mais gritado e ela continua cantando do mesmo jeito dela. O solo desta música chega a ser ridículo, se é que posso chamar de solo um riff oitavado.
Playing Gog, nunca tinha ouvido falar desta música. É mais calma comparando com as duas anteriores, me lembra muito Weezer. Os riffs do violão/guitarra são bons, porém as passagens 'agitadas' para as 'calmas' deveriam ser melhores trabalhadas. O solo encaixa bem com a música, mas, novamente, não me agradou.
Brick by Boring Brick, acho que foi o maior sucesso deste álbum, junto com Decode (música do crepúsculo) e talvez Ignorance. Well, a música começa com uma pegada interessante de Blink 182, e com o inicio do canto finalmente ouvi o baixo. Se prestarem atenção, quando a guitarra volta a aparecer, ela faz uns sons estranhos meio The Clash, não gostei, não encaixou. A bateria continuou bem, o baixo apareceu, a guitarra começa bem mas é somente regular ao longo da música e a vocalista faz uma espécie de 'café com leite', pessoalmente, acho que não se difere de qualquer outra música desta banda. O fim da música é engraçado com uns 'papaparapapapa' muito aleatórios e estilo 'estou morrendo'.Em geral, uma música que se toca na rádio, ok.
Seguindo a listagem, Turn It Up, começa me lembrando alguma cantora pop que eu não me lembro o nome. Não é uma música que chegará aos topos das mais pedidas, afinal é um pouco diferente das mais famosas como a anterior. Não gostei.
The Only Exception, a aleatoriedade toma conta do álbum, não tem nada a ver com o restante das músicas, porém o que permite que ela esteja neste álbum foi a música Turn It Up que também tem uma pegada leve e permite a passagem para essa música de violão e voz. É uma música calma, com um baixo legal fazendo uma escala que se encaixou muito bem ao violão. O refrão deixa a desejar, Yooou are, chega a ser engraçado ouvir. Outro problema foi que a bateria, tão bem falada anteriormente, nesta música está muito além do necessário, eu tiraria ela. Muito boa a música, típica música de rádio.
Feeling Sorry, Looking Up e Where the Lines Overlap, músicas de meio de álbum, são interessantes mas nada de mais, poucas pessoas ouvem essas músicas e dizem 'nossa, ela mudou minha vida' ou 'me ajudou em um momento difícil' porque, simplesmente, não são marcantes.
Misguided Ghosts, boa música, dois violões tocando um dedilhado muito bom, porém mostra uma coisa interessante, os guitarristas não são muito bons, da pra ouvir o barulho chato de corda arranhada estragando o clima calmo criado. A vocalista acertou nessa música, bom vocal.
All I Wanted é uma música de passagem, simples assim. Ela pega Misguided Ghost e permite que ela passe para a última música, Decode.
Por ultimo, mas não menos importante, Decode, a música do crepúsculo. O riff inicial é interessante, mas chato de ouvir. O baixo volta a estaca zero, impossível diferir o que é o baixo na música. A bateria está perfeita novamente, ótimo trabalho. Uma guitarra regular. A vocalista está bem, seu estilo de canto combinou com a música. O solo agora está melhor, mas ainda não mil e uma maravilhas. Tem um barulho de cobra por volta de 1:17 na versão que eu escuto, não sei se é em todas, mas que coisa RIDÍCULA, estragar a música, você está fazendo isso certo.
Em suma, bom álbum, muito bem pensada as passagens de músicas mais calmas para as mais agitadas. A vocalista mostra que só sabe cantar de um jeito, o guitarrista se mostra incompetente ao tocar violão e o baixista só existe em 1 música.
Nota: 6,2
Próximo álbum: posto quando pensar
Nota: 6,2
Próximo álbum: posto quando pensar
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